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ESCORE CORPORAL AO PARTO

14 Jan Utilizando BST como ferramenta de controle, nas vacas em lactação.

 

Todos sabem que a vaca gorda tem mais problemas metabólicos após o parto. Na verdade, a vaca com o escore corporal acima do recomendado já apresenta um menor consumo de matéria seca no pré-parto e os níveis de cortisol na corrente sanguínea já estão mais elevados. Portanto, ela já está condenada a ter mais problemas no pós-parto, tais como: retenção de placenta, acetonemia, deslocamento de abomaso, edemas de úbere, mastite, problemas de casco, etc.

Nestes casos, esta vaca terá maiores dificuldades para ficar prenhe e novamente acabará engordando por ficar mais tempo no free stall.

No período de sessenta dias antes do parto, é inviável emagrecer esta vaca, porque assim anteciparia alguns dos problemas metabólicos.

A recomendação seria o uso de BST (Lactotropin) nas vacas paridas que comecem a aumentar o escore corporal, independente da condição reprodutiva, considerando que a nutrição está adequada. No final da lactação deve-se diminuir a densidade da dieta. O BST vai manter a curva de lactação elevada artificialmente, não deixando que a vaca armazene muita gordura.

Desta forma as vacas estarão em melhores condições no momento do parto e o custo da aplicação do Lactotropin será retornado com lucros, já no aumento da produção. 

 

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